segunda-feira, 7 de julho de 2014

Sessão: eu recomendo!!!
Um apanhado de textos interessantes do dia de hoje o/

Sobre a praga da "NORMOSE acadêmica" e seu procedimento burocrático travestido de meritocracia (não, isso não funciona)
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/07/a-doenca-da-normalidade-na-universidade.html

Sobre a vergonhosa reação de brasileiros à situação ocorrida no último jogo do Brasil e o racismo entranhado em nosso país.
http://brasil.elpais.com/brasil/2014/07/07/opinion/1404734735_772191.html

Excelente artigo da profª Maria Eduarda da Mota Rocha sobre a elite que acompanha os jogos da copa!
http://brasil.elpais.com/brasil/2014/07/05/sociedad/1404573921_467409.html

Por hora é só.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Poesiando 2 - A valsa do medíocre

O que poderia ser mais piegas que um título que relacione tais palavras
Algo nobre e vão
Que passa afoito dentro de um beco – com uma saída estreita

Nunca tive grandes fãs, mas já dei alguns sorrisos de educação
Nunca fui adorada, mas já desenrolei algum agrado
Sem grandes sucessos, grandes fracassos ou qualquer coisa que o valha esta tacanha nomenclatura
E lá vem o medo da mediocridade outra vez!!!
                Estranho pensar que para alguns ela só quer dizer qualidade de vida
Estranho pensar que para outros viver, comer, respirar e trepar não dá nem pro cafezinho
                Estranho seu estranho modo de encarar a tua face sem respeito, com um medo que fere mais fundo que faca no peito, te atirando pro fundo de si

Que nem é poço, nem é fundo
Só o lar e um vagabundo

Que não sabe como se DEVE ser feliz

fadado a dançar pelo RESTO da sua vida
carrega o fado de pisar em si por seus pés a passos trôpegos

rodopiando rodopiando rodopiando

e quebrando os bandolins

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Poesiando 1 - Mediser

Me sinto tremendamente só
E só me ando por aí afora
Nem meus fantasmas me acompanham mais
Deixaram disso pra virar realidade
Cansaram comigo de brincar de solidão

Nem poemas, nem versinhos.
Ai que medo de mim!
Mediser nada esse que assoma do mindinho até a raiz do cabelo
que fica em pé
ao passar o vento

O fracasso tudo ronda
e fica o medo de ser o que não se é

Mediser mais bobo esse
Que insiste em malmiqué
malmiqueira, malmiqueres,
barbieris