Me sinto tremendamente só
E só me ando por aí afora
Nem meus fantasmas me acompanham mais
Deixaram disso pra virar realidade
Cansaram comigo de brincar de solidão
Nem poemas, nem versinhos.
Ai que medo de mim!
Mediser nada esse que assoma do mindinho até a raiz do cabelo
que fica em pé
ao passar o vento
O fracasso tudo ronda
e fica o medo de ser o que não se é
Mediser mais bobo esse
Que insiste em malmiqué
malmiqueira, malmiqueres,
barbieris
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